Dengue, Chicungunya, Zica Vírus e INFLUENZA
11/05/2016

Dengue

 

A dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. A infecção por dengue pode ser sem sintomas, sintomas leves ou com sintomas graves, levando à morte. Em 2015 foram  registrados 843 mortes pela doença. Os sintomas clássicos podem ser compreendidos pela figura abaixo:











Chicungunya

 

A Febre Chikungunya é uma doença transmitida pelos mosquitos Aedes aegyptiee Aedes albopictus. Chikungunya significa "aqueles que se dobram" em swahili, um dos idiomas da Tanzânia. Refere-se à aparência curvada dos pacientes que foram atendidos na primeira epidemia documentada, na Tanzânia, localizada no leste da África, entre 1952 e 1953. Em 2015 houve apenas três mortes pela Chigungunya. Os principais sintomas são:




Depois de infectada, a pessoa fica imune pelo resto da vida. Os sintomas iniciam entre dois e doze dias após a picada do mosquito. O mosquito adquire o vírus CHIKV ao picar uma pessoa infectada, durante o período em que o vírus está presente no organismo infectado. Cerca de 30% dos casos não apresentam sintomas.

Não existe vacina ou tratamento específico para Chikungunya. Os sintomas são tratados com medicação para a febre (paracetamol) e as dores articulares (antiinflamatórios). Não é recomendado usar o ácido acetil salicílico (AAS) devido ao risco de hemorragia. Recomenda?se repouso absoluto ao paciente, que deve beber líquidos em abundância.

Assim como a dengue, é fundamental que as pessoas reforcem as medidas de eliminação dos criadouros de mosquitos nas suas casas e na vizinhança. Aqui em Balneário Camboriú as denúncias dos locais que possam ter dengue podem ser feitas através dos telefones (47) 3261-6264 ou 3161-6210.

Fonte: Ministério da Saúde: Prevenção e combate: Dengue, Chicungunya. Disponívem em:http://combateaedes.saude.gov.br/tira-duvidas. Acesso em: 10 de maio 2016.



Zica Vírus

 

O Zika é um vírus transmitido pelo Aedes aegypti, foi  identificado pela primeira vez no Brasil em abril de 2015. Cerca de 80% das pessoas infectadas pelo vírus Zika não desenvolvem manifestações clínicas. Alguns sintomas podem ser identificados na figura abaixo:






O principal modo de transmissão descrito do vírus é pela picada do Aedes aegypti. Outras possíveis formas de transmissão do vírus Zika precisam ser avaliadas com mais profundidade, com base em estudos científicos. Não existe tratamento e nem vacina específica para a infecção pelo vírus Zika. O tratamento recomendado para os casos sintomáticos é baseado no uso de acetaminofeno (paracetamol) ou dipirona para o controle da febre e manejo da dor. No caso de erupções pruriginosas, os anti-histamínicos.

O risco para acometimento em gestante está associado aos primeiros três meses de gravidez. A detecção da microcefalia pode ser feita através de ultrassonografia no pré-natal, e após o nascimento medindo o perímetro cefálico menor de 32 centímetros, exames neurológicos e de imagem.

Não há tratamento específico para a microcefalia. Existem ações de suporte que podem auxiliar no desenvolvimento do bebê e da criança, e este acompanhamento é preconizado pelo Sistema Único da Saúde (SUS). Os nascidos com microcefalia receberão a estimulação precoce em serviços de reabilitação distribuídos em todo o país. Cerca de 90% das microcefalias estão associadas com retardo mental, exceto nas de origem familiar, que podem ter o desenvolvimento cognitivo normal. O tipo e o nível de gravidade da sequela vão variar caso a caso. Tratamentos realizados desde os primeiros anos melhoram o desenvolvimento e a qualidade de vida.

Fonte: Ministério da Saúde: Prevenção e combate: Dengue, Chicungunya. Disponívem em:http://combateaedes.saude.gov.br/tira-duvidas. Acesso em: 10 de maio 2016.




INFLUENZA

 

 A gripe é uma doença respiratória aguda causada pelo vírus influenza e tem como principais sintomas febre acima de 37 graus, congestão nasal, tosse, coriza, dor de garganta, músculos e articulações. Os sintomas costumam se manifestar entre dois e três dias após o contágio e duram, em média, uma semana.

Febre alta permanente e dificuldade para respirar são sintomas que podem indicar o agravamento do quadro do paciente, sobretudo se isso ocorrer nos grupos de maior risco: menores de dois anos e maiores de 60 anos, gestantes, portadores de doenças crônicas (no coração, pulmão, fígado, rins, sangue e outros órgãos), diabéticos, hipertensos, transplantados, pessoas com baixa imunidade ou em tratamento de aids e câncer.

Existem três tipos de vírus influenza: A, B e C. Os dois primeiros, por sofrerem mais mutações e respondem pelas formas mais graves da gripe, sendo que o vírus do tipo A é geralmente o responsável por provocar as epidemias e pandemias, como é o caso da gripe H1N1. O vírus do tipo C é o mais leve.

O vírus influenza pode começar a ser transmitido até um dia antes do início dos sintomas, sendo que o período de transmissão dura sete dias, em adultos, e até 14 dias, em crianças. A forma mais comum de transmissão é a direta, entre pessoas, por meio de gotículas de saliva expelidas ao falar, tossir e espirrar. A outra forma é a indireta, por meio das mãos que, após tocarem superfícies contaminadas por secreções de pessoas doentes, podem carregar o vírus diretamente para a boca, nariz e olhos. Por isso, hábitos simples de higiene são tão importantes para prevenção (leia mais abaixo), uma vez que o vírus permanece vivo no ambiente por até 72 horas e, em superfícies como corrimões, maçanetas e torneiras, por até 10 horas.

Adotar hábitos simples de higiene – como lavar as mãos frequentemente, não compartilhar objetos pessoais se estiver com sintomas de gripe, e cobrir boca e nariz com lenço descartável ao tossir e espirar e manter os ambientes ventilados e iluminados com luz solar também ajuda na prevenção.

 Ao surgirem sintomas de gripe, resfriado ou rinite é deve-se procurar o serviço de saúde mais próximo e não devem tomar medicamentos por conta própria, como os antigripais. A automedicação pode mascarar sintomas, contribuir para o agravamento da doença e dificultar o diagnóstico, que deve ser feito por um médico. No caso da gripe H1N1, cujos sintomas são os mesmos de uma gripe comum, o tratamento específico com o antiviral Tamiflu® está indicado apenas para pacientes graves ou com fatores de risco para agravamento da doença. A prescrição deve ser feita por um médico, a partir da avaliação clínica. São considerados casos graves: febre, tosse e dificuldade para respirar; e os principais fatores de risco são gravidez e doenças crônicas.

A vacinação é uma das formais mais eficazes de prevenção contra diversas doenças, inclusive a gripe. Sendo considerado grupo de risco: gestantes, doentes crônicos, adultos de 20 a 39 anos, crianças de 6 meses a menores de 5 anos, além de trabalhadores de saúde e indígenas.

Fonte: MINISTÉRIO DA SAÚDE:  Alerta sobre sintomas de gripe e resfriados durante o inverno. Disponível em: http://portalsaude.saude.gov.br/index.php/profissional-e-gestor/vigilancia/links-vigilancia?start=430. Acessado em: 10 maio de 2016.

 

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